Redes de Atenção à Saúde

O professor do Institute of Health Policy, Management and Evaluation, da Universidade de Toronto, conta nesta entrevista um pouco da experiência do Canadá com a regionalização. A introdução de um modelo de governança e gestão mais ativo tomou lugar de um sistema dominado por pagamentos passivos do governo aos provedores de serviços de atenção à saúde.

A incorporação tecnológica pode impactar os sistemas de saúde para o bem ou para o mal. Ao mesmo tempo em que melhora os serviços de prevenção, diagnósticos, tratamentos e reabilitação, também os tornam mais caros e menos inclusivos. Leia mais na entrevista com Hudson Pacífico da Silva, pesquisador da École Nationale d‘Administration Publique (Canadá).

O pesquisador Eronildo Felisberto, do Grupo de Estudos em Gestão e Avaliação em Saúde do IMIP, explica nesta entrevista o papel da Vigilância em Saúde na Atenção à Saúde e a importância da mobilização proporcionada pela pesquisa Região e Redes em torno do tema da regionalização.

A regionalização está avançando no Brasil, mas ainda muito lentamente. Um desafio importante para acelerar o processo, segundo Ligia Giovanella, pesquisadora da Fiocruz, é encontrar uma forma efetiva de cogestão entre estados e municípios.

Para Fernando Monti, presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais (Conasems) grande parte dos avanços do SUS foi conquistada graças aos gastos e investimentos dos municípios. Contudo, o modelo atual chegou ao seu limite.

Jurandi Frutuoso, diretor executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), mostra que é preciso olhar além das fronteiras dos municípios para se perceber que a alternativa viável para o SUS constitucional é a regionalização.

“É importante considerar as especificidades regionais nas tomadas de decisões, na criação de políticas e na governança das ações do sistema público brasileiro de saúde”, afirma a professora da Universidade de São Paulo e coordenadora da pesquisa Região e Redes Ana Luiza D`Ávila Viana.

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